segunda-feira, 4 de julho de 2011

Igreja Adventista do Sétimo Dia






Afinal, a Igreja Adventista do Sétimo Dia é ou não é uma SEITA? 

Há algumas décadas atrás esta pergunta seria sem sentido no meio evangélico, e a resposta seria um uníssono, SIM. 

Entretanto, de alguns anos para cá a coisa tem mudado e tornou polêmica a questão da identidade cristã da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD)...





Nisto as opiniões se dividem: Para alguns líderes evangélicos, esta igreja não passa de uma denominação comum com pontos doutrinários excêntricos, infelicitada por alguns erros do passado, mas sem se enquadrar na classe das seitas radicais, para outros porém, as diferenças existem, mas são poucas e não são fortes o bastante a ponto de coloca-los num grupo a parte; para esses, essa religião é autenticamente cristã. Ainda outros (a esmagadora maioria) preventivamente se colocam na defensiva, acreditando que o movimento adventista não passa de uma igreja pseudocristã; com doutrinas heterodoxas nocivas e, portanto, precisa ser evitada pelos evangélicos.

Percebe-se que hoje em dia as opiniões são mais notadamente variadas do que, digamos há 30 anos atrás. Esta questão tem gerado acirrados debates no meio evangélico. O pivô de tudo isso é a maciça campanha que vem sendo empreendida pelos adventistas já há alguns anos com o intuito de limpar sua imagem negativa herdada do passado e se aproximar dos evangélicos.


O ecumenismo pregado por eles tem dado certo, pois muitos têm se aproximado dos adventistas, não mais com olhos preconceituosos, mas como irmãos que apesar de terem suas diferenças doutrinárias e litúrgicas; podem não obstante, ter normalmente comunhão uns com os outros.

A rede de comunicação “ADSAT” e a rádio “Novo Tempo”, tem conseguido prodígios nesta área.          Não é raro ouvirmos evangélicos das mais variadas denominações participarem de programas adventistas e serem tratados como irmãos. Há até aqueles que pedem cursos bíblicos por correspondência para estudarem em seus lares. O programa “A Voz da Profecia” e “Está Escrito”, juntamente com as pregações do Pastor Alejandro Bullon; fazem enorme sucesso hoje em dia entre os evangélicos, sem falar é claro, dos conjuntos musicais como o “Prisma” e do quarteto “Arautos do Rei”, que tem circulado livremente nos lares de nossos irmãos e até mesmo em livrarias evangélicas.

Também a liderança da IASD, tem promovido estudos para pastores evangélicos com objetivo de “esclarecerem” sua fé e desfazer a animosidade que existe entre ambos. 

Ano passado no Nordeste foi realizado um Congresso pela liderança adventista com a participação de 154 pastores evangélicos.


Ultimamente esta preocupação (da imagem do adventismo) tem sido exposta por diversos líderes adventistas, como por exemplo, Rubens S. Lessa, redator-chefe da “Revista Adventista” que no editorial da edição de 12/99 sob o título “A Cara da Igreja Adventista”; tenta passar ao leitor a imagem de uma igreja cristã e evangélica até.

Diz ele: “Alguns nos tacham de judeus; outros de fanáticos, retrógrados e fora de época. E HÁ OS QUE NOS CONSIDERAM APENAS UMA SEITA.” Essa preocupação também foi repetida nas edições de 03/2001 e 04/2001, nas entrevistas com os Drs. Sidney Storch Dutra, reitor da Universidade de Santo Amaro e George R. Knight, escritor e teólogo adventista.
Muitos, no entanto acham que esta é a conclusão mais plausível a que podemos chegar dentro de um contexto comparativo entre adventistas e evangélicos. Diz certo pastor batista: “Não existe base para supormos que esta igreja possa posar como evangélica, outrossim, não medimos palavras em dizer que tranqüilamente podemos enquadrar o movimento Adventista do Sétimo Dia no rol das seitas pseudocristãs” .

POR QUE OS ADVENTISTAS?
Há adventistas e até evangélicos que ficariam chocados com a afirmação acima. E muitos talvez estejam a indagar: Porque vincular o nome da IASD há um título tão depreciativo como este?
Não crêem na Trindade e na Bíblia como fazem a imensa maioria de cristãos evangélicos?
Certamente que sim. Podemos até elogiar os adventistas por alguns detalhes, e não lhes tiramos os méritos e valores. Contudo, a questão é muito mais profunda e séria do que se pensa, colocando-se em outro patamar, ou seja, o teológico-doutrinário.

Não podemos aferir um movimento religioso apenas pelos meros detalhes ou por sua tênue camada doutrinária, enquanto a maior parte da crença de tais movimentos choca-se gravemente contra as verdades fundamentais do Cristianismo histórico puro que se encontram na Bíblia. Caso não fosse assim, poderíamos também aceitar o Catolicismo Romano, o Espiritismo Kardecista e tantos outros movimentos que sobrepujam em tamanho e número o adventismo...

A questão é que hoje em dia está muito em voga o relativismo e o ecumenismo que trazem como estandarte, a pregação do amor. Os defensores de tal ideologia costumam dizer que: “Não importa as diferenças se o que nos une mesmo é o amor e a comunhão”, “a doutrina não é tão importante assim”, dizem eles. Embora isso pareça atrativo, “um amor não estruturado nas verdades das escrituras sagradas é apenas um produto da natureza humana…” (Mary Schultze). Afinal de contas; a verdade cristã integral não pode ser sacrificada por coisas tão secundárias como essas!


LOBOS EM PELE DE OVELHA
A pergunta que forçosamente surge em nossas mentes é: O que pretende a Igreja Adventista com esse ecumenismo todo? Apenas comunhão com outras igrejas? Limpar a imagem do movimento que por anos a fio foi taxado pejorativamente de seita? Ou existe algo mais por de trás de tudo isso?
Apesar de toda esta “abertura” promovida pela IASD com o intuito de transparecer comunhão entre os outros grupos de evangélicos; o verdadeiro objetivo, entretanto, continua sendo o proselitismo desleal por parte dos adventistas. Não pense o leitor que estamos sendo radicais e equivocados em nossa analise, pois os fatos falam por si. É a velha história da tartaruga e do escorpião         – a natureza! O modus operandi e o modus vivendi da IASD, o que chamo de natureza da igreja, não lhe permite persi mudanças significativas rumo a uma igreja tipicamente evangélica.

Há alguns fatores a priori que contribuem para isso. Vejamos:

A IASD considera-se singular: 

Pondere nas declarações a seguir: “Sim, eu creio no futuro brilhante deste movimento porque não somos uma simples igreja entre as demais, porque somos o remanescente de Deus neste tempo do fim” (Revista Adventista Março/2001, pág. 10).“

“...Sem terem compreendido a natureza profética do movimento adventista, muitos desses membros vêem a Igreja Adventista apenas como mais uma denominação evangélica, que se distingue vagamente das demais denominações por ainda crer no sábado…” (Revista Adventista Junho/2001, pág. 15)

Sim, eles acreditam que são a única igreja verdadeira de Cristo! Como costumam dizer                              são: “Os remanescentes”. O certificado de batismo dos adventistas vem com onze (outros ainda com 13) perguntas na parte de trás para que o candidato ao batismo possa responder antes de adentrar as águas batismais. Das onze perguntas à última é formulada da seguinte maneira: 

“Crê que a Igreja Adventista do Sétimo Dia constitui a Igreja remanescente, e deseja ser aceito por ela para fazer parte de seus membros?”.

Uma nota no começo do cartão diz: “As seguintes perguntas devem ser respondidas, afirmativamente, diante da Igreja, pelos candidatos ao batismo”. Em outras palavras, quem não confessar que eles são os “remanescentes” não pode ser batizado! Isso é simplesmente inaceitável!


A IASD acredita ser portadora exclusiva da mensagem apocalíptica: 

Sob a pergunta: “O senhor considera que somente a Igreja Adventista do Sétimo Dia irá cumprir Mateus 24:14, ou outras denominações também ajudarão a cumprir essa missão?”. O senhor Kinight já citado, responde que sim, mas argumenta que, “Apocalipse 14, que é uma mensagem distintivamente adventista.”

Eles se julgam os três anjos do Apocalipse  
Em uma outra entrevista, o mais novo diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, órgão da IASD, incentiva euforicamente dizendo: “…a grande e maravilhosa mensagem dos três anjos deve ser levada avante, agora como nunca antes.       O mundo deve receber a luz da verdade por meio do ministério evangelizador da palavra, contida em nossos livros e periódicos… Façamos o mundo ver que aqui estão ‘os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’ (Apoc. 14:12).”                                                                       (Revista Adventista, Fevereiro/2001 pág. 6)
Tudo isto contribui para que o orgulho denominacional cresça ainda mais afastando este movimento dos demais grupos evangélicos.

Orgulho Denominacional: 

Discursando sobre a história do povo adventista o teólogo adventista Alberto R. Timm declara:

 “As novas gerações de conversos entravam para a igreja com tal convicção da verdade que dificilmente abandonavam a fé. Os adventistas eram respeitados e até temidos pelos demais evangélicos, devido ao seu profundo conhecimento bíblico. Os próprios adventistas chegavam mesmo a se vangloriar de que uma das evidências de possuírem a verdade era o fato de que seus membros, se alguns deles deixassem a igreja, não se uniam a nenhuma outra denominação.” (Revista Adventista Junho/2001, pág. 15 )

Esta declaração reflete a concepção que os adventistas por anos a fio possuíam (e possuem) sobre sua identidade exclusiva como “o povo de Deus”. Não é raro encontrarmos este orgulho em diálogos com membros dessa igreja. Consideram-se superiores aos demais evangélicos, pois acham que lá encontraram “toda a verdade”. 

Isto está estampado no rosto de seus líderes, norteia suas publicações e por fim já está cauterizado nas mentes dos membros, de que só eles detem a verdade completa da mensagem divina. Tanto é, que quando alguém se converte ao adventismo, não se diz que a pessoa aceitou a Cristo, ou recebeu a mensagem do evangelho, mas que abraçou a mensagem adventista, recebeu a mensagem adventista e outras expressões semelhantes, insinuando com isso que a mensagem que pregam é diferente da que é pregada pelas demais denominações evangélicas. Por fim os adventistas acabam por se enquadrar em II Cor. 11:4 e          Gálatas 1:6,8.

Proselitismo desonesto: 

Depois de entendermos a cosmovisão adventista; fica fácil perceber que o proselitismo feito por eles entre os evangélicos, é apenas uma conseqüência dos postulados teológicos expostos e defendidos pelos tais.

Os princípios desse movimento; os impelem à prática do proselitismo, pois acreditam piamente (de todos os modos possíveis) que todas as demais denominações estão erradas, se não declaradamente, pelo menos é o que fica subtendido.

Por mais que os líderes dessa igreja protestem, e em nome de um pseudoecumenismo neguem o que foi exposto aqui, contudo os fatos são testemunhas irrefutáveis, e contra fatos não existem argumentos!
 Vejamos então como se portam nossos “irmãos” adventistas para com as demais igrejas evangélicas das quais desejam tanto se aproximarem. Não é raro lermos em seus periódicos manchetes acompanhadas de alto teor entusiástico como as que seguem:

TÍTULOS EM MANCHETES DE CAPA:
“BATIZADO EX-PENTECOSTAL”
“Joel Ferreira da Silva, que durante dez anos foi pastor da Igreja O Brasil para Cristo.” (Revista Adventista – Agosto de 1996)
“EX-PENTECOSTAIS SÃO BATIZADOS”
“Como resultado de um trabalho sistemático, realizado... Onze pessoas da Igreja Assembléia de Deus em Várzea Grande foram batizadas…” (ibdem)
Na “Revista Adventista” de Abril/2001 na pág. 24, sob o título, “Voz da Profecia batiza e novos conversos no Acre”, relata a história de um pastor batista que apesar de já ser convertido a Cristo encontrou “nova luz através dos cultos adventistas” e foi rebatizado.
Outra reportagem diz: “Uma igreja batista, com pastor e membros, está estudando a Bíblia, de acordo com a mensagem adventista, e já dedica o dia de sábado exclusivamente à comunhão com Deus. Como resultado desse reavivamento, a previsão é de que cerca de 100 pessoas sejam batizadas até o fim do ano”. (Revista Adventista – Maio/2001, pág. 32 – grifo meu)

OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS?

Parece que o ditado de Maquiavel é o lema preferido da IASD, pois usam de meios desonestos para conseguirem aliciar membros e líderes de igrejas evangélicas que por falta de conhecimento de suas doutrinas e uma boa dose de ingenuidade, são presas fáceis desses falsos irmãos. (Gálatas 2:4)
Vários são os meios usados pelos quais os adventistas trabalham para alcançarem seus objetivos nada éticos. Eis alguns deles:

Seminários para pastores

Uma das táticas que está dando certo são os seminários criados para pastores evangélicos em todo o Brasil. Cartas são enviadas para diversas denominações evangélicas convidando seus pastores para uma palestra de estudo bíblico (É a mesma tática usada pela seita do reverendo Moon). 

Tais eventos se constituem, sem sobra de dúvidas, em verdadeiras arapucas. 

Como a maioria dos pastores evangélicos não possuem formação teológica adequada, são entorpecidos pelos malabarismos teológicos que por sua vez vem empacotados com uma linda fraseologia ecumênica, mas que na verdade são astutamente elaborados para conseguirem, sob a máscara de “esclarecimento de pontos doutrinários distintivos para uma melhor compreensão da fé adventista”; arrebanhar novos conversos.

Veja para que fim se destina a “Revista Ministério”: Este periódico adventista, de março de 1997, inda que a sua publicação é feita com o propósito de dar informes sobre o “Seminário para Pastores Evangélicos”. Com isso procura “constituir uma ponte para aproximação do ministério evangélico, mostrando-lhe o que crê e prega a Igreja Adventista”. Essa revista “é o principal elo dessa ligação, devendo ser enviada àqueles pastores cujos endereços forem conseguidos”.
Prossegue a revista: “… pelo que revelam as profecias, a intolerância para com a nossa igreja… não será totalmente erradicada nos meios protestantes, porém não obstante o plano tem dado certo. Em muitos lugares aquela idéia de que os adventistas são uma seita legalista; vai sendo banida, e até batismos de pastores de outras denominações já foram efetuados”.

Perceberam o entusiasmo dos adventistas nesse desejo de se aproximarem dos evangélicos? Leia novamente:

 “…E até batismos de pastores de outras denominações já foram efetuados”.  Isso é simplesmente revoltante!

Escolas: 

Outro exemplo de crassa ignorância por parte do povo evangélico é o fato de que muitos deles matriculam seus filhos em colégios adventistas pensando que isto é de pouca importância. Mas o que eles não sabem é que além de causar confusão na mente da criança que cresce dividida entre os ensinos da escola dominical e os de tais colégios, os pais também, além das crianças, são candidatos em potencial para o rebatismo, como mostra esse artigo logo abaixo:

“O casal Sandra e Eurico eram pentecostais e aceitaram o adventismo após a leitura do livro O Terceiro Milênio, recebido da Escola Adventista de Joinville, SC, onde os filhos estudam. A escola desenvolveu vários projetos educativos e evangelísticos ao longo do ano”. E prossegue, “Como resultado, já foram batizadas 11 pessoas” (Revista Adventista Dezembro/99, pág. 22)  
É para isso que servem as escolas adventistas!

Literatura 

Outra grande arma dos adventistas são suas literaturas. O diretor do Ministério de Publicações da Divisão Sul-Americana declara que: “…a literatura é um poderoso instrumento de pregação e que a Igreja deve cada vez mais se envolver nessa obra.” (Revista Adventista Julho/2001, pág. 11)

E sabe por que isso? Simplesmente porque os seus colportores-evangelistas, (como são chamados os vendedores das literaturas), conseguem adentrar livremente em nossas igrejas e lares e vender seus livros sem nenhum empecilho. 

A abordagem começa de maneira sutil, com livros interessantes de conteúdo até inofensivo, capaz de despertar o interesse da pessoa na área da saúde como é o caso da revista, “Vida e Saúde” e de livros como: “Recursos Para Uma Vida Natural” e “Os Campeões são Vegetarianos”, outros na área da alimentação também são apresentados.

Tudo isso à primeira vista é muito bom; acontece porém, que após ganhar a confiança da pessoa, esta fica à mercê das inúmeras heresias empurradas posteriormente pelos colportores. Tais literaturas são apenas “iscas” para abrir caminho às inúmeras heresias doutrinárias que vão ser aceitas e digeridas na próxima visita culminando no rebatismo.

A “Revista Adventista” de Maio/2001 na pág. 7 trás os dados do ano 2000 sobre a “influência” da obra de publicações realizada pela IASD. O último dado é: “Batismo pela influência da literatura: 56.792”, e citam como apoio sua profetisa, Ellen G. White: “ O mundo deve receber a luz da verdade por meio do ministério evangelizador da Palavra em nossos livros e periódicos.”-Testemunhos Seletos, vol.3,pág.311.

Sabemos que até editoras evangélicas andam de mãos dadas com os adventistas como é o caso da consagrada “Editora Betânia”, que infelizmente acabou lançando um livro do pastor adventista Alejandro Bullon. 

O mesmo que em seu livro “O Terceiro Milênio”  taxa os que não aceitam a mensagem adventista deestarem selados pela Besta do Apocalipse. Portanto, muito cuidado com a literatura adventista!


MEIAS VERDADES - O ÁLIBI ADVENTISTA

Geralmente quando são pressionados a provar que não são uma seita, os adventistas apelam para o fato de que o conhecidíssimo Walter Martin, que foi fundador do “Christian Research Institute” o I.C.P dos EUA, doutor em teologia e autor do Best Sellers , “O Império das Seitas”, deu razões para não incluir a IASD em sua obra.

Este tipo de argumento foi citado pelo pastor adventista Marcos de Benedicto na antiga revista “Vinde” de Setembro/97 na página 82 e mais recentemente numa matéria (Revista Adventista Abril/2001, pág. 10) que teve como objetivo refutar a reportagem da revista “Eclésia” que analisou as diferenças entre             Adventistas e Evangélicos.

Mas será que o fato desse teólogo não citar a IASD em seu livro; é a prova cabal dela não ser uma seita? Claro que não! É verdade que ele não citou a Igreja Católica também! Pergunto: Será que os adventistas concordariam que a Igreja Católica não é uma seita, pura e simplesmente por este fato? Demais disso temos uma declaração de Martin que consiste num grande embaraço para os apologistas adventistas. Ora, todos sabem que a maior expoente e principal difundidora da doutrina do “sono da alma” é sem dúvida a IASD. Mas veja como Martin denomina tais movimentos que defende tal doutrina. Diz ele: “Semelhantemente a outras SEITAS que ensinam que, após a morte do corpo, a alma entra numa espécie de sono, as Testemunhas de Jeová…” (O Império das Seitas Vol. I pág. 90 ed. Betânia).

A VERDADE DOS FATOS

O fato é que na época (1956), o Dr. Martin juntamente com Donald Grey Barnhouse, entrevistaram vários líderes adventistas em sua Associação Geral localizado em Takoma Park, Maryland, sobre as principais doutrinas distintivas que a IASD professava. O resultado desta pesquisa resultou em um livro de 720 páginas que foi revisado por 250 líderes adventistas chamado “Seventh-Day Adventists Answer Questions on Doc trine, an Explanation of Certain Major Aspects of Seventh Day Adventist Belief (Adventistas do Sétimo Dia Respondem a Perguntas sobre Doutrina, uma Explicação de Certos Aspectos Principais da Crença Adventista do Sétimo Dia) – Review and Herald Publishing Association, Washington, D.C., 1957”.
O célebre livro “O Caos das Seitas” de autoria de J. K. Van Baalen traz a seguinte explicação: “A refutação, porém, não se fez esperar e veio decisivamente à medida que, um após outro, os defensores evangélicos de outras denominações rejeitaram os artigos tanto de Barnhouse como de Martin na revista Eterníty” e sustentaram que os adventistas:

1 - Jamais denunciaram sua pseudo-profetisa Ellen G. White;
2 - Jamais se retrataram de algumas de suas falsas doutrinas;
3 - Jamais renunciaram seu ensino sobre a exclusão perene do Reino de Deus — quer agora ou finalmente — de todos quantos deixam de aceitar seus dogmas.

Aconteceram sérias controvérsias no seio da IASD devido ao livro, dando origem a dois movimentos: o tradicional e o evangélico. O primeiro recusava-se a abrir mão das posições acima, pois aceitá-las comprometeria a exclusividade da IASD como o remanescente e a única verdadeira igreja de Cristo. O segundo advoga os conceitos expressos no “Questions on doutrine”. Estes não queriam deixar a IASD, apenas queriam uma reforma nas questões teológicas nada ortodoxas.
Muitos desses, porém, por pressões internas, deixaram a IASD. Diante de tudo que foi dito acima, conclui-se que o adventismo do qual o Dr. Martin escreveu e aceitou como cristão; não é mais o mesmo que presenciamos aqui no Brasil. ( Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo, edi. Vida – pág. 194)

AS HERESIAS ADVENTISTAS


E o próprio Pastor Lessa nos dá a razão quando diz: “Às vezes, pensamos que a imagem que as pessoas pintam ao nosso respeito tem que ver apenas com as diferenças doutrinárias ou nossa filosofia de vida, como sábado, questão anímica, alimentação, aparência pessoal, etc. Logicamente, essas coisas definem boa parte de nossa fisionomia. Não podemos negar as cores e facetas de nossas doutrinas distintivas

Preste atenção na palavra “distintiva” usada por ele. É justamente essa diferença doutrinária que abre um enorme abismo e separa ainda mais, evangélicos e adventistas. Eis algumas delas:

O Sábado:

“Santificar o Sábado ao Senhor importa em salvação eterna”. (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).

Imagem encontrada em Site Adventista
Assim quando os Adventistas teimam que a guarda do Sábado é indispensável para nossa salvação, não é porque estejam estribados na verdade Bíblica, mas sim nas alucinações da      Sra. E. G. White. Essa cidadã declara que a guarda do Sábado constitui o selo entre Deus e o seu povo nos dias atuais: “Que é, pois, a mudança do Sábado, senão o sinal da autoridade da igreja de Roma – “a marca da besta”; “O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento… Os discípulos de Jesus são chamados a restabelecê-lo, exaltando o Sábado…”(Livro: O Grande Conflito, Ed. condensada, 1992, pag. 267 e 269)”.

Diante do exposto, fica claro que não é assim como alguns pastores afoitamente declaram que, entre nós e os Adventistas, só o que nos separa é a guarda do Sábado, como se fosse questão secundária. Para nós sim, é questão secundária (Rm. 14:5-6). Para os adventistas não: é questão de salvação ou perdição.



O Sono da Alma:

Os ADS Afirmam que, depois da morte, somos reduzidos ao total silêncio. Que morte é morte mesmo, incluindo a própria alma. Ao morrer, o homem deixa realmente de existir.
Isso é uma inverdade, pois declarou o Senhor Jesus: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos” (Mt.22:32).
Lc.23.43 – E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.
Dessa forma, analisando as palavras de Jesus, é impossível admitir, com base nessa passagem, que o malfeitor arrependido está deitado em um profundo e inconsciente sono.
Ambos morreram naquele dia, Jesus desceu às partes mais baixas da terra (Ef 4.8-10) e pregou aos espíritos em prisão (1 Pe 3.18-20), enquanto o malfeitor arrependido foi ao Paraíso. O mesmo lugar para onde Jesus foi e levou cativo o cativeiro (Ef 4.8). A vírgula depois da palavra “hoje” é um antigo artifício usado por todos os hereges da antiguidade que procuraram negar a sobrevivência da alma, para advogar a crença do sono da alma.
Na verdade essa passagem ensina que a teoria do sono da alma é uma teoria falsa. Essa passagem ensina que a salvação é pela fé, o grande baluarte da doutrina de Paulo (Rm 1.17; Ef 2.8-9; Tt 3.5). A promessa de Jesus foi que naquele mesmo dia o malfeitor arrependido estaria com Ele na glória. Pelo contrário, conforme a crença dos ADS; as palavras de Jesus ali foram mais do que supérfluas. Sem contar que de quebra a teoria do Juízo Investigativo (doutrina exclusiva dos ADS) ficaria desqualificada com a verdade deste texto.


A expiação de Cristo:

Aqui se encontra um dos erros mais grosseiros da doutrina adventista. Tentando corrigir o erro de Miller, que afirmava que Jesus voltaria em 1844, o Sr. Hiram Edson e a Sra. E. G. White inventaram o engodo de que Cristo voltou mesmo em 1844, não para a terra, como pensava Miller, mas para algum outro lugar próximo a terra, e esse lugar não poderiam ser outro senão o “santuário celeste”.

Chegaram a essa conclusão por não haver templo ou santuário na terra no suposto dia marcado para a volta de Cristo (Confira no livro - O Conflito dos Séculos p.247, 248, 249 - 1935).
Ora, segundo eles, quando Cristo entrou no santuário celeste, a porta foi fechada. Cristo estaria fazendo um “juízo investigativo”, ou seja; examinando tudo e mostrando ao Pai Celestial aqueles que teriam os méritos de gozar dos benefícios da expiação. Só que os “parâmetros” para este julgamento seriam os “parâmetros” adventistas é claro!  Os demais, se não aceitassem as doutrinas da Igreja Adventista, não teriam chance de se salvar, pois          “a verdade está somente com eles”.

Dessa maneira de pensar deduzimos que, segundo os ADS, a expiação não foi – completa e definitivamente - realizada na cruz do calvário, e sim, ainda está sendo feita no “Santuário Celestial”.
Que não foi feita durante a paixão de Cristo, mas em 1844. Não pela graça salvadora, mas pelas obras da carne (Ef.2:8,9). Não pela aceitação de Cristo, mas pela obediência às doutrinas e do comprometimento com as normas da Igreja Adventista, pois para eles, Cristo tem apenas o título de “Salvador”.

Declaram: “Devemos nos unir a Ele; unir a nossa fraqueza à sua força, nossa ignorância à sua sabedoria. Então, como vemos e sentimos, Cristo é o nosso cooperador, e, motivados pelo seu exemplo, devemos fazer boas obras em prol da nossa salvação, e isso começa na observância fiel da guarda do Sábado”.
Veja o que é Admitido pela Igreja Adventista: “Nós discordamos da opinião que a expiação foi efetuada na cruz, conforme geralmente se admite” (Heresiologia – EETAD, Pág.122).


A Purificação do Santuário:

Jesus Cristo hoje está fazendo o “Juízo Investigativo” que consiste na purificação do santuário.
EGW inventou a idéia de que no Velho Testamento os pecados do povo eram transferidos durante o ano todo para dentro do santuário e o sacerdote, no dia da expiação (que ocorria uma vez por ano), entrava diante da arca da aliança, pegava os pecados do povo e colocava sobre o bode emissário (Lv.16) e que à partir de 1844 Cristo estaria fazendo a mesma coisa, investigando quem deverá ser salvo ou não, assim terminando o que ele começou na Cruz. Ou seja: Com esse raciocínio os adventistas declaram que Jesus não terminou a obra na Cruz. Vejam:

“Uma das verdades mais solenes, e não obstante mais gloriosas, reveladas na Escritura Sagrada, é a da segunda vinda de Cristo, para completar a grande obra da redenção”…”A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir”.. . ” nos conduz através do ministério final do Salvador, ao tempo em que se completará a grande obra para salvação do homem”… “O anúncio: “Vinda é a hora do Seu juízo” – aponta para a obra finalizadora do ministério de Cristo para a salvação dos homens”…”A intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir”.. . (Grande Conflito, pg. 299; 489; 428; 435; 489).

O Ano de 1844:
O fundador desta controvertida seita, W. Miller (que na verdade era leigo), afirmou que Jesus voltaria em 1843. Quando isto fracassou, seus seguidores anunciaram que um ligeiro erro tinha ocorrido e então fixou o tempo do fim para outubro de 1844. As pessoas venderam casas e móveis, e ficaram aguardando o fim ansiosas. No dia previsto, o povo reuniu-se no topo dos telhados e das montanhas, aguardando o evento. Contudo, o passar do tempo provou que Miller estava errado. Cristo não veio no dia indicado e nem virá em qualquer outro dia marcado, pois a Palavra de Deus é claríssima: “Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai” (Mc.13:32; At.1:2).
Miller se arrependeu por esse erro, mas os seus adeptos continuaram e o resultado dessa inconseqüência é a Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas variantes. 

Como podemos crer que esta obra é de Deus vendo como ela começou? A Bíblia diz que Deus não é de confusão (ICor.14:33) e como aceitar que Ele esteja nesse meio tão confuso?
Depois do fracasso da suposta volta de Cristo, declarou Miller: “Sobre o passado de minha vida pública, eu francamente reconheço meu desapontamento… Nós esperávamos a vinda pessoal de Cristo para aquela época e, agora, argumentar que não estávamos enganados, é desonesto. Nós nunca deveríamos ficar envergonhados por confessar nossos erros. Não tenho confiança em nenhuma das novas teorias que surgiram fora do movimento, especialmente de que Cristo veio como Noivo, de que a porta da graça se fechou, de que a sétima trombeta soou então, ou de que houve o cumprimento da profecia em algum sentido”. (História da Mensagem do Advento, p. 410, 412).

O Remanescente:
“… Nesta época, quando somos mandados chamar a atenção para os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, vemos a mesma inimizade que se manifestava nos dias de Cristo. Acerca do povo remanescente de Deus, está escrito: E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo – Apoc. 12:17” (O Desejado de Todas as Nações – P. 42; EGW )
O texto fala do remanescente da descendência da mulher. Admitindo-se que a mulher constitui um símbolo da Igreja, sua descendência seriam os membros individuais que compõem a Igreja em qualquer tempo; e o “restante” da sua descendência seria a última geração de cristãos.

O texto também declara que essas pessoas “guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus”; e no capítulo 19, verso 10, é explicado que “o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”, o qual constitui, entre os dons, aquele que tem sido denominado “o dom de profecia” (I Cor. 12:9 e 10)” (Patriarcas e Profetas; P.32; EGW)
Os adventistas são extremamente exclusivistas e se acham à única e a remanescente Igreja de Cristo na Terra. Entretanto, a Igreja de Cristo não é composta pela denominação “x” ou “y”, mas pelo povo do Senhor que estão arrolados nos céus:

“Mas, a todos quantos o receberam aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo.1:12)

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb.12:22-23)

“E sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas” (Ef.1:22).

Mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim. (Hb.3:6)

Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade. (I Tm.3:15)
A compreensão dos textos acima é simples. Você aceita a Jesus Cristo como seu Salvador e se torna filho de Deus.

Quando você se torna filho, se transforma em casa de Deus, em morada do Espírito Santo (ICor.3:16) e sendo “casa de Deus” você é automaticamente a Igreja de Jesus Cristo na Terra. Essa Igreja representa o corpo do Senhor movendo-se na terra e fazendo a obra do Pai. É lógico que quando Jesus voltar para buscar a sua Igreja (Jo.14:1-3, I Ts.4:13-18), Ele não vai levar uma parte do seu corpo e deixar a outra, mas como disse Paulo; “estaremos com Ele” (Fil.1:23).

O Espírito de Profecia (Ellen G. White):

A posição que essa escritora goza no meio adventista é impar: Somente ela possui o “Espírito da Profecia”. Não só os adventistas reconhecem sua autoridade religiosa inquestionável, mas a própria escritora declara de si mesma: “Nos tempos antigos, Deus falou aos homens pela boca de seus profetas e apóstolos. Nestes dias Ele lhes fala por meio do testemunho do Seu Espírito. Não houve ainda um tempo em que mais seriamente falassem a Seu povo a respeito da sua vontade…” (Testemunhos Seletos – Vol.II, pág.276). Ou seja, a autora se coloca acima dos próprios apóstolos de Cristo quando declara que no seu tempo, o tempo em que ela tinha as suas “revelações”, Deus falava mais seriamente.

O Bode Emissário:
“No dia da expiação o sumo sacerdote, havendo tomado uma oferta da congregação entrava no lugar santíssimo com o sangue desta oferta e o aspergia sobre o propiciatório, diretamente sobre a lei, para satisfazer às suas reivindicações. Então, em caráter de mediador, tomava sobre si os pecados e os retirava do santuário. Colocando as mãos sobre a cabeça do bode emissário, confessava todos esses pecados, transferindo-os assim simbolicamente, de si para o bode. Este os levava então, e eram considerados como para sempre separados do povo.” (O Grande Conflito, p. 420, 24ª edição – 1980).
“Verificou-se também que, ao passo que a oferta pelo pecado apontava para Cristo como um sacrifício, e o sumo sacerdote representava a Cristo como mediador, o bode emissário tipificava Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados. … Quando Cristo, pelo mérito de seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao encerrar-se o seu ministério, Ele os colocará sobre Satanás, que, na execução do juízo, deverá arrostar a pena final.” (Idem, p. 421).
Na verdade, admitir que Cristo tomará nossos pecados do santuário celestial no final do Juízo Investigativo e os lançará sobre Satanás, implica que seu sacrifício na cruz para remover nossos pecados não foi eficaz. Se Cristo vai lançar nossos pecados sobre Satanás, por que sofreu por eles na cruz? Se, por outro lado, Jesus levou nossos pecados na cruz, como na verdade o fez, por que Satanás deverá leva-los novamente sobre sí?
O texto referido e citado pelos Adventistas para tal afirmativa herética é Lv. 16:8, que diz: “E Arão lançará sortes sobre os dois bodes: uma sorte pelo Senhor, e a outra sorte pelo bode emissário”. Vejam a explicação do texto pelo Dr. Mecnair, autor da Bíblia Explicada: “A verdade é que os dois bodes são uma oferta pelo pecado (vrs. 5) e, evidentemente, uma dupla representação de Cristo, e o ponto principal é que os pecados pelos quais o primeiro morre são levados embora pelo segundo. Tudo isso é bastante simples, e não precisa de idéias esquisitas, que somente obscurece o sentido. Assim o bode não é de modo algum enviado a Satanás”.


Jesus é o Arcanjo Miguel: 
EG White afirma em seu livro – Os Patriarcas; pág. 366, que Jesus é o Arcanjo Miguel: “Ainda mais: Cristo é chamado o Verbo de Deus. João 1:1-3. É assim chamado porque Deus deu Suas revelações ao homem em todos os tempos por meio de Cristo. Foi o Seu Espírito que inspirou os profetas. I Ped. 1:10 e 11. Ele lhes foi revelado como o Anjo de Jeová, o Capitão do exército do Senhor, o Arcanjo Miguel. Foi Cristo que falou a Seu povo por intermédio dos profetas”.
A Bíblia apresenta muitas diferenças entre Jesus e Miguel:

1 - Jesus é criador ( Jô 1.3 ), Miguel é criatura ( Cl 1.16 )
2 - Jesus é Adorado por Miguel ( Hb 1.6 ), Miguel não pode ser adorado ( Ap. 22.8-9 )
3 - Jesus é o Senhor dos Senhores ( Ap. 17.14); Miguel é príncipe( Dn 10.13)
4 - Jesus é Rei dos Reis; Miguel é príncipe dos Judeus (Dn 12.1).
Há, portanto, clara distinção entre Jesus e Miguel. Jesus é o Filho de Deus, e Miguel é anjo: Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai e Ele me será por Filho? E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem ( Hb 1.5-6 );
Portanto fica claro aqui a superioridade de Jesus, e a falta de conhecimento destes que se dizem “Doutores” da Bíblia.


A Natureza Pecaminosa de Jesus: 

O Adventismo declara que: “Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída (…) De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão – uma natureza pecaminosa” (Estudos Bíblicos. CPB. P. 140/41).
Jesus foi concebido pelo Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 1.30 e 35), diferenciando-se de todos os homens que nasceram em pecado (Sl 51.5).
O texto em questão declara que Jesus era santo, inocente, imaculado e separado dos pecadores. Uma pergunta que resta: como admitir que a deidade absoluta pudesse habitar num corpo humano corrompido? (Cl 2.9). Esse Cristo de natureza pecaminosa é outro Jesus.
2Co 11;4 “Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis.”


Dieta alimentar: 

“… Muitos alegam… que a carne é essencial; mas é devido a ser o alimento desta espécie estimulante, a deixar o sangue febril e os nervos excitados, que assim se lhes sente a falta. Alguns acham tão difícil deixar de comer carne, como é o ébrio o abandonar a bebida… (livro: A Ciência do Bom Viver, p.268,271)” (idem, p.21).

Mais uma vez a indução agora é de que a carne é “estimulante, deixa o sangue febril e os nervos excitados”. Parece-nos que a Sra. EGW quer insinuar que comer carne é ficar propenso ao pecado, mas ironicamente e sem querer fazer algum argumento contra a benção que são os vegetais, o pecado entrou no mundo e uma fruta foi usada para fazer a sedução que colocaria Eva em “xeque mate”:
“Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu”(Gn.3:6). 

Ou seja, o pecado entrou no mundo e nesta trama diabólica um fruto foi usado e o sacrifício de um animal (carne), que tipificava a morte de Cristo, foi a redenção de Eva e Adão.

Outro caso foi o de Jacó (usurpador) que seduziu seu irmão com uma sopa de lentilha e o enganou (Gn. 25:34) em contrapartida seu pai Isaque, desejou em seu leito de morte, um cozido de caça – carne fresca.

É claro, o Diabo pode lançar mão de muitas coisas para seduzir e enganar a humanidade, mas daí afirmar que comer carne é pecado ou que é requisito para entrar na pátria celestial é extrapolar com a exegese e mutilar a hermenêutica.